Félix articula dentro da ALBa e acredita que pedetistas votam em Coronel

segunda-feira, 30 janeiro, 2017

O presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Mendonça Filho, saiu do gabinete e foi para o “terreno” articular contra o atual presidente da Assembléia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (PSL), seu ex-colega de partido. Ele esteve durante toda tarde desta segunda (30) conversando com parlamentares sobre o apoio a Ângelo Coronel.

A idéia seria conseguir retirar pelo menos três votos de Nilo. Sobre a questão do secretário de Agricultura, que pretende deixar o cargo para votar, ele afirmou em entrevista ao Informe Baiano que “a decisão vai ser tomada hoje à noite em reunião com o Diretório do partido”.

“Vamos fechar questão. Se Roberto Carlos e Isidório declararam, declararam antes da decisão partidária. Eu acredito que eles vão acompanhar a decisão do partido, a decisão do Diretório”, disse.

Félix disse ainda ter certeza na vitória de Coronel e acredita que Nilo não tem forças para uma eventual briga futura com a Base.

“Se ele rachar, ele vai sozinho. Se ele perder essa presidência não tem um deputado que vai com ele”, disparou.

FONTE: http://informebaiano.com.br/22551/manchetes/felix-articula-dentro-da-alba-e-acredita-que-pedetistas-votam-em-coronel


BAHIA: Duelo dos Coronéis

segunda-feira, 30 janeiro, 2017
Nilo não sabe a quem agrada nessas 72h, provoca Ângelo Coronel

Foto: Reprodução/Metropress

O deputado estadual Ângelo Coronel (PSD) provocou hoje seu principal adversário na disputa pela presidência da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PSL), e afirmou que o atual presidente ‘não sabe a quem agrada nessas 72h’. Em entrevista à Rádio Metrópole nesta segunda-feira, 30, o parlamentar disse que ‘sente cheiro de vitória’ na quarta-feira, 01, dia em que será eleita a nova Mesa Diretora da Casa. “Nessas 72h ele (Nilo) não sabe a quem agrada. Chega para o governador e diz que não vai estar em palanque que Otto Alencar estiver em 2018. Diz a ACM Neto que o governador não está ajudando ele. Parece que ele está querendo criar cizânia na base governista. Eu sinto cheiro da vitória e Marcelo Nilo vai voltar para a planície”, disse. Em uma situação “consolidada”, Coronel analisou o possível apoio da oposição no pleito. “Estou ansioso, nossa eleição se torna viável. Amanhã, vamos fazer nossa reunião com o deputado Luiz Augusto para ver quem tem mais cacife. Um vai para a cabeça o outro vai para a vice”, afirmou. Segundo Coronel, será difícil para Nilo se acostumar longe da cadeira da presidência. “Ele ficar naquele topo dos 10 anos e voltar para os gabinetes comuns não deve ser fácil para ele. Marcelo Nilo usa a Assembleia como trampolim político, para tentar pressionar as lideranças maiores da Bahia”, completou.

Política Livre

Nosso comentário:

Ao não decidir, pela votação  em bloco  em um dos  candidato na disputa pela presidência da Assembléia legislativa da Bahia, a oposição  despolarizou a disputa. Contudo, a indefinição aumentou a temperatura entre os principais oponente. uma verdadeira batalha de coronéis, revivendo os tempos, pré Revolução de 1930,  de Cícero Dantas, o Barão de Jeremoabo.

Ressabiada com a derrota na disputa pela União dos prefeitos da Bahia, UPB, a oposição ao governo Rui muda de estratégia, preferiu o muro,  tornando o resultado das eleições imprevisível. E a situação tenta não rachar a base. Como não se faz omelete sem quebrar os ovos, tudo indica que após a eleição a base governista terá dois blocos: a do coronel de Antas e a outra do Coronel, do coração, de Maria.

 


Otto aponta manutenção na base de Rui, mas não aceita palavra colocada ‘à prova’

segunda-feira, 30 janeiro, 2017

Otto aponta manutenção na base de Rui, mas não aceita palavra colocada 'à prova'

Foto: Paulo Victor Nadal/ Bahia Notícias
Presidente estadual do PSD, o senador Otto Alencar tem estado nos holofotes após o partido ganhar protagonismo por conta das eleições de 2016, quando passou a liderar em termos de quantidades de prefeituras – são 82. O congressista, porém, minimiza a importância que a legenda ganhou e os impactos disso no arranjo de forças políticas no estado. “Então, você consegue fazer uns amigos que sempre são corretos, fiéis conosco. Mas isso não significa que nós estamos sentindo que podemos pressionar o governador ou querer de alguma forma ter vaidade ou orgulho sobre isso”, afirma, acrescentando, no entanto, que não aceitará ter sua lealdade colocada à prova. “Não aceito isso. Se a qualquer momento o governador, ou Wagner, ou quem quer que seja, colocar minha palavra ou meu compromisso à prova, aí quebrou a confiança, eu não continuo mais”, diz.  Ainda na seara da correlação com a base aliada de Rui, explica o lançamento do deputado estadual Ângelo Coronel (PSD) à disputa pela presidência da Assembleia Legislativa da Bahia, que vem angariando apoios e ameaça a permanência do atual presidente, Marcelo Nilo (PSL). “É Importante que Marcelo entenda que qualquer político pode discordar dele no processo democrático. Isso não significa nem traição, nem conspiração, nem sublevação contra o desejo dele”, destaca. Apesar de ter votado contra o impeachment  da ex-presidente Dilma Rousseff, na contramão do seu partido, que se posicionou favorável, fez críticas aos governos petistas no que diz respeito à situação do Velho Chico, permanente bandeira sua no Senado. “O governo Dilma foi completamente indiferente a isso, a ex-ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, completemente indiferente, os ministros da Integração que passaram, completamente indiferentes”, aponta, estendendo à crítica ao plano Novo Chico, lançado pelo governo Michel Temer, mas que ainda não saiu do papel. Otto ainda garantiu a permanência na base do governador Rui Costa e já anunciou seus planos para 2018, que não incluem a participação na corrida eleitoral. “Se você assume o mandato, se propõe a fazê-lo, deve leva-lo até o fim. Me propus a ser senador da República e estou trabalhando com essa finalidade”. Clique aqui para ler a íntegra da entrevista da semana com o senador Otto Alencar. 
Bahia noticias

Lava Jato: Cármen Lúcia, presidente do STF, homologa delações da Odebrecht

segunda-feira, 30 janeiro, 2017
Jornal do Brasil

O próximo passo será encaminhar o material para a Procuradoria-Geral da República.

Os documentos serão então analisados para dar prosseguimento às investigações.

Lava Jato: Cármen Lúcia, presidente do STF, homologa delações da Odebrecht
Lava Jato: Cármen Lúcia, presidente do STF, homologa delações da Odebrecht

No dia 23 de janeiro, Cármen Lúcia, autorizou que os juízes auxiliares do gabinete de Teori Zavascki prosseguissem com os trabalhos nas delações premiadas de executivos e ex-executivos da Odebrecht na Operação Lava Jato.

Teori, que morreu na queda de um avião no dia 19, era relator da Lava Jato. A morte havia provocado a suspensão temporária dos trabalhos, com o adiamento de uma série de depoimentos de delatores.

Cármen Lúcia passou as últimas semanas de janeiro em reuniões com os juízes auxiliares do ministro. Ela também se encontrou com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Há uma grande expectativa da sociedade e, principalmente, da classe política em relação às delações de executivos da Odebrecht pois, segundo informações vazadas anteriormente, cerca de 200 políticos são citados como envolvidos no megaesquema de corrupção da Petrobras.

Relatoria

O STF precisa ainda definir com quem ficará a relatoria da Lava Jato. O regimento prevê algumas opções, como sorteio entre os ministros que atuam hoje no Supremo. Cármen Lúcia pode ainda decidir quem será o relator, dada a excepcionalidade do caso, ou delegar à Turma a qual pertencia Teori Zavascki um sorteio para a escolha do novo relator. Teori integrava a Segunda Turma do STF, composta pelos ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli.

O presidente Michel Temer afirmou, durante o velório de Teori Zavascki, que vai aguardar que o Supremo indique um novo relator para os processos da Operação Lava Jato para só então escolher um nome para substituir o magistrado na Corte. “Só depois que houver a indicação do relator”, disse Temer.