Estudantes de Poções apresentam projetos científicos em feira escolar de ciências

quarta-feira, 11 outubro, 2017

 

Os estudantes do Colégio Estadual Eurides Santana, localizado no município de Poções, apresentaram, nesta quarta-feira (11), 24 projetos científicos durante a IV Feira de Ciências da unidade escolar, que teve como tema “Poções, Bahia, Brasil: Espaço, Ambiente e Cultura”. A feira, aberta à comunidade, visa o incentivo à iniciação científica dos estudantes e os projetos apresentados buscam solucionar problemas existentes na sociedade.
Fotos: Divulgação
Segundo a diretora do colégio, Cleide Jane Sousa, as feiras escolares são essenciais para o aprendizado dos estudantes. “Nos estandes montados na feira, os estudantes têm a oportunidade de mostrar seus projetos científicos que objetivam dar um retorno à comunidade, pois são voltados para identificar e solucionar problemas de cunho social, ambiental, econômico e cultural”, destaca a gestora.
A estudante Bruna Palmeira, 16, 2º ano, apresentou com sua equipe o projeto “As nascentes do Rio das Mulheres: cuidar para não morrer”. “Nosso projeto visa sensibilizar a população sobre a importância da preservação das nascentes do rio localizado em nossa cidade. Além disso, ele propõe a criação de mecanismos para a revitalização das nascentes, exemplo de realização de palestras e participação de audiências públicas sobre a água”, informa.
 
Para Emilly de Jesus Oliveira, 16, também do 2º ano, a feira foi muito estimulante. Ela apresentou com seus colegas o projeto “Arborização no município de Poções – Bahia: divulgando o projeto Mangangá”. “O projeto tem o objetivo de arborizar a cidade e desenvolver o sentimento de identidade nos moradores em relação às árvores. O projeto irá beneficiar os moradores do município devido à necessidade de árvores nas vias públicas”, explica a estudante.
A feira também contou com apresentações de trabalhos do projeto estruturante Juventude em Ação, que foram desenvolvidos por estudantes do 3º ano do colégio. Os trabalhos foram apresentados em forma de palestra para o público presente, a exemplo do “Setembro Amarelo: suicídio não é apendas em setembro” e “Mundo da Leitura: Biblioteca Comunitária no Povoado de Morrinhos”.

Grupo de Trabalho inicia medidas para implantação de Colégio Militar em Cajazeiras

quarta-feira, 11 outubro, 2017

Foi realizada, nesta segunda-feira (9/10), a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT), criado pela Secretaria da Educação do Estado, para definir as medidas para a transição do Colégio Estadual Dona Leonor Calmon, localizado em Cajazeiras, em uma nova unidade do Colégio da Polícia Militar (CPM). O objetivo é produzir, no prazo de 30 dias, um relatório técnico sobre o estudo das medidas necessárias para a implementação, considerando questões de ordem territorial, logística, pessoal e financeira.

Formada por sete membros, o GT conta com a coordenação do superintendente de Políticas para a Educação Básica do Estado, Ney Campello, e com a participação do major Copérnico, representante da diretoria de ensino do CPM. “A partir desta data estamos realizando várias medidas para providenciar todos os trâmites para a incorporação da unidade pelo CPM, seja na rede física, no processo de matrícula ou na integração das equipes de ensino. É importante ressaltar que todos os funcionários serão mantidos na unidade, incluído a gratificação de difícil acesso, com exceção para aqueles que solicitarem remoção”, destacou Campello.

Com início programado para funcionar no primeiro semestre de 2018, o Colégio da Polícia Militar Dona Leonor Calmon vai continuar mantendo todos os alunos que estudam na unidade até finalizarem suas formações. “A mudança será para o acesso de novos estudantes que vão precisar passar pelo processo de matrícula do CPM, via sorteio eletrônico. A nossa expectativa é que metade das novas vagas sejam para moradores do bairro de Cajazeiras, já que a unidade, atualmente, tem uma ociosidade de 300 vagas”, declarou o superintendente.

Ainda de acordo com Campello, os atuais alunos não terão a obrigatoriedade do uniforme completo do CPM no primeiro ano de implantação do colégio. “Não queremos criar um custo adicional aos pais, por isso já na primeira reunião fizemos esse acordo para que os estudantes tivessem um ano para se adaptar a essa exigência”, explicou o superintendente, que finalizou: “Esperamos com esse GT realizar da forma mais tranquila essa mudança, sempre com a finalidade de beneficiar a comunidade escolar da nossa rede estadual”

http://escolas.educacao.ba.gov.br/noticias/grupo-de-trabalho-inicia-medidas-para-implantacao-de-colegio-militar-em-cajazeiras