PDT e PSB de Lídice conversam sobre palanque pra Ciro na Bahia

Há um consenso na política baiana de que o plano nacional vai definir a formação das candidaturas a governador no estado. A novidade, desta vez, é que o PDT tem conversado com o PSB, da senadora Lídice da Mata, para firmar uma aliança a fim de que o presidenciável Ciro Gomes tenha palanque na Bahia.

De acordo com o site bahia.ba, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, confirmou que há conversas, mas ressaltou que qualquer acordo só será concretizado no próximo ano. “A nossa intenção é fazer essa aliança PDT e PSB, porque são aliados históricos. PDT e PSB não precisam se justificar porque estão juntos, porque têm afinidade e têm história. Isso facilita muito”, frisou Lupi, ressaltando que Lídice se mostrou “aberta ao diálogo”.

O deputado Félix Júnior já tinha deixado em aberto a possibilidade de o seu partido se desvincular do grupo liderado pelo governador Rui Costa (PT) para que Ciro Gomes tenha estrutura em território baiano.

As duas siglas mostram certo desconforto em relação ao Palácio de Ondina. Os socialistas por causa do risco de a senadora Lídice da Mata ficar de fora da chapa majoritária em 2018. Entende-se que o PSD, do senador Otto Alencar, tem hoje mais força eleitoral para ocupar o posto que seria dela na composição.

Já os pedetistas reclamam do pouco espaço no governo. Ameaçam, inclusive, entregar os cargos.

http://www.interiordabahia.com.br

Nosso comentário:

A aliança PSB – PDT mais que uma possibilidade é uma alternativa para o atual cenário político baiano e brasileiro.

As queixas dos partidos aliados vão além das questões pontuais. Não é como alguns querem fazer crer a relação com Josias Gomes o cerne da questão. Mais do que isso é o choque entre o projeto político do PT( e suas Tendências) e a necessidade de expansão dos outros partidos.

O PT aposta no risco(controlado) e no controle da máquina para manter a base unida para 2018. Crer, portanto, que os espaços nas secretarias e segundo escalão, proporcional ao tamanho da legenda, seja o suficiente para garantir a acomodação dos aliados. Pode haver engano.

PDT e PSB já demonstraram tanto a nível nacional quanto regional que tem autonomia político partidária para tocar seus projetos. O PDT apoiou Lídice para prefeita em 1992, e o PSB apoiou João Durval para o senado em 2006. Lídice é candidata a reeleição ao senado, em 2018. O PDT deseja está na chapa majoritária, apresentou como pré candidatos ao senado, os nomes do deputado federal Felix Mendonça e do Professor Desiderio(diretor geral IAT). Mas, com certeza, o fato de ambos terem nomes próprio para o senado não será impedimento para a aliança. Pois, a candidatura de Ciro Gomes a presidente, em 2018 unifica e é a prioridade dos pedetistas. Logo Lídice não será a candidata dessa provável aliança, se ela não quiser.( Prof. desiderio)

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