PDT não vai coligar para federal; nome de Pinheiro volta a ser especulado para filiar à legenda

terça-feira, 16 janeiro, 2018

 

Depois de ‘botar o bloco na rua’ durante a Lavagem do Bonfim, o PDT baiano continua se organizando para a disputa das eleições deste ano. Antenado com a direção nacional, que esta semana lançou um vídeo falando sobre as perspectivas do partido para a disputa de 2018, na Bahia os pedetistas também já traçam suas estratégias para o pleito.

Uma das decisões já sacramentadas é que a legenda brizolista não fará coligação proporcional para a Câmara Federal. O partido já dá como certa a reeleição do deputado Felix Júnior, que somados aos votos de legenda elegeria mais dois nomes, entre Acelino Popó, Capitão Tadeu e Cosme, ou outro nome que venha a despontar durante a campanha.

Já a disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa passará pela chancela dos atuais deputados estaduais do partido, Euclides Fernandes, Roberto Carlos e Vitor Bonfim (licenciado para exercer a Secretaria de Agricultura). Ainda este mês haverá uma reunião com todos os pré-candidatos para bater martelo sobre o assunto.

Para a Assembleia, além dos atuais deputados, o partido contará com uma relação de nomes novos, abrindo também a possibilidade de crescimento na Casa. .

Pinheiro e palanque para Ciro

Outro assunto que voltou a circular nas hostes pedetistas foi a possível filiação do senador licenciado e atual secretário de Educação do Estado da Bahia, Walter Pinheiro.

Segundo o burburinho, a entrada de Pinheiro no PDT visaria reforçar o palanque de Ciro Gomes no estado, uma questão que vem sendo tratada com muito cuidado pelo deputado e presidente estadual Félix Junior.

Especulações também dão conta de que Pinheiro poderia ser indicado vice na chapa do governador Rui Costa, que cederia o seu palanque não só para o candidato que venha a apoiar (Lula ou outro nome a ser escolhido pelo PT), mas também para Ciro Gomes.

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