IAT realiza oficina de Lousa Digital durante Jornada Pedagógica

terça-feira, 20 fevereiro, 2018

Com a proposta de formação continuada, as Coordenações de Tecnologia Educacional (CTE) e de Ensino à Distância (CED) do Instituto Anísio Teixeira (IAT) realizaram Oficina de Lousa Digital Interativa para os professores do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira durante Jornada Pedagógica. A ferramenta potencializa a elaboração de aulas mais dinâmicas com uma aprendizagem mais participativa.

Na Bahia, 1013 escolas receberam este equipamento, sendo que cada instituição de ensino recebeu um kit da Lousa Digital. No entanto, há uma necessidade de capacitar os professores e coordenadores pedagógicos para manipular de forma eficaz este mecanismo, que é totalmente compatível com o Projetor Interativo. “Nos próximos meses iremos realizar oficinas presenciais de Formação para o uso pedagógico da Lousa Digital Interativa nas escolas, além de um curso à distância para educadores”, revelou o coordenador da CED, José Renato Gomes.

A diretora Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira, Valdenice Estrela, aprovou a iniciativa. “É uma nova possibilidade de ferramenta pedagógica que já existia e não era utilizada por falta de formação, agora com essa capacitação as aulas serão mais interessantes atraindo o alunado para dentro da escola”, afirmou. A lousa digital é uma ferramenta com recursos audiovisuais, que possibilitam o desenvolvimento de atividades interativas entre alunos e professores, obtendo assim, uma aprendizagem diferenciada, pautado no uso das tecnologias educacionais.

ASCOM IAT

 


Governo abre 2,7 mil novas vagas para o Partiu Estágio

terça-feira, 20 fevereiro, 2018

O Governo do Estado abre, nesta quarta-feira (21), 2.702 novas vagas para o Partiu Estágio. O edital do programa, que entra no segundo ano e já contratou 5 mil jovens no serviço público estadual, está disponível para consulta no site da Secretaria da Administração (Saeb). As inscrições podem ser feitas até o dia 12 de março, por meio do site do programa (www.programaestagio.saeb.ba.gov.br). O anúncio das vagas foi feito pelo governador Rui Costa, nesta terça (20), durante o #PapoCorreria, transmitido ao vivo pelo Facebook (facebook.com/ruicostaoficial). “O programa é aberto a estudantes de qualquer universidade, seja pública ou privada. São diversas áreas, de engenharia à saúde. Com o Partiu Estágio, nós unificamos a forma de seleção no Estado, com uma inscrição centralizada e dando prioridade a quem mais precisa. Com transparência absoluta, os jovens são selecionados a partir de critérios técnicos”, afirmou Rui. Podem se inscrever todos os universitários residentes na Bahia e regularmente matriculados em cursos presenciais de instituições estaduais, federais e privadas com sede na Bahia. É necessário ainda que o universitário tenha idade mínima de 16 anos e que tenha cumprido pelo menos 50% do curso de formação. O Partiu Estágio é uma iniciativa da administração estadual baiana que garante acesso a oportunidades de estágio a jovens universitários de instituições federais, estaduais e privadas da Bahia que ainda não conseguiram se inserir no mercado de trabalho. É prioritário para estudantes inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e para aqueles que tenham estudado todo o ensino médio em escola pública ou com bolsa integral na rede privada.

ASCOM Bahia/ Politica Livre


Coronel apresenta moção de aplauso à Escola de Música Irmãos Macêdo

terça-feira, 20 fevereiro, 2018

Coronel apresenta moção de aplauso à Escola de Música Irmãos Macêdo

Foto: Divulgação

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Angelo Coronel, apresentou à Secretaria Geral da Mesa uma moção de aplauso à Escola de Música Instrumental Irmãos Macêdo. Para ele, apresentação dos alunos no Carnaval 2018, no circuito Barra-Ondina, “fez lembrar os grandes carnavais da primeira capital brasileira”. Para Coronel, o trabalho dos inventores do trio elétrico e da guitarra baiana, Dodô e Osmar vem sendo multiplicado entre os jovens da rede pública de ensino na Bahia, por meio da instituição. “Fiquei encantado com a qualidade dos jovens artistas com os vários instrumentos, inclusive uma adolescente tocando a guitarra baiana com maestria. E mais feliz ainda ao saber que são alunos de escola pública. Ou seja, além de socializar o talento musical, a Escola Irmãos Macêdo ainda aponta perspectivas de futuro para essa juventude com a música, promovendo inclusão social. Quero conhecer um pouco mais sobre esse trabalho”, salientou o chefe do Legislativo estadual. O presidente da Alba também ressaltou na moção a importância da iniciativa – primeira Escola de Guitarra Baiana do mundo -, para a preservação da história do trio elétrico, do carnaval de Salvador e da memória da guitarra baiana.

Bahia Noticias


Uniformidade midiática

terça-feira, 20 fevereiro, 2018


Por Henrique Matthiesen
19/02/2018

O comportamento monopolista e uniforme dos meios de comunicação no Brasil tem sua gênese na formação de nossa classe dominante.

Os conceitos de cor, classe, preconceito e poder estão umbilicalmente ligados à imposição entre as diferentes classes, envolvendo os aspectos econômico, social, cultural e político, assim como ponderava Karl Marx na sua conceituação de luta de classes.

A junção das famiglie da Organização Globo, da Folha de São Paulo, do Estadão, da Veja, formam a espinha dorsal da uniformidade midiática que temos. As demais empresas de comunicação são apenas reprodutoras desse conglomerado.

Marca determinante do pensamento midiático é seu aspecto conservador elitista, porquanto a manutenção de seu status corpus de privilégios e de auto locupletação, por meio do Estado, são inegociáveis.

Dentre suas ações mais deletérias está a deturpação e grotesca manipulação da notícia, para o desígnio perverso de formação de opinião, que atenda seus respectivos interesses, muitos dos quais inconfessáveis.

Seu processo de assimilação conceitual objetiva o encabrestamento da opinião pública, para prosseguir com a segregação social perpetuante no Brasil, desde a capitania hereditária.

Não olvidemos que os barões midiáticos carregam, intrinsecamente em si, o preconceito racial, social e econômico. Ditam comportamentos e não existam em impor sua ideologia por meio da força. Vide o suicídio de Vargas, o golpe de 1964, e derrubada da presidente Dilma Rousseff.

A história brasileira ratifica, indubitavelmente, como age e como pensa a uniformidade midiática. Foram contra a abolição da escravatura, apoiaram a política do café com leite, se colocaram contra o Governo de Getúlio Vargas, se rebelaram contra os direitos trabalhistas, apoiaram o golpe parlamentarista contra a posse de Jango, e apoiaram os militares em 1964. Cresceram e se enriqueceram com as benesses dos governos dos generais, boicotaram o movimento das Diretas já, fabricaram Fernando Collor de Mello, e agora se aliaram às togas imorais e deram um novo golpe no Brasil.

A ficha corrida destas empresas familiares é extensa na conspiração contrária ao interesse pátrio, pois sofrem do mais perverso complexo de vira-latas.

São antinacionais e integristas.

Cometem os mais nefários crimes quando seus propósitos são contrariados e por tudo isso são temidas.

Afinal o brasileiro tem que pensar o que dita a uniformidade midiática, elitista neoliberal e classista das forças dominantes e predatórias de nosso desenvolvimento e soberania.

 

*Henrique Matthiesen é advogado e professor da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasquialini (FLB-AP).

http://www.pdt.org.br