OS CRÍTICOS QUE ME PERDOEM, MAS PARA PRESIDENTE O MEU VOTO É DO PROFESSOR

domingo, 14 outubro, 2018

Prof. Desiderio

Justifico: É mais fácil ser deputado que Professor. O professor tem que trabalhar de domingo a domingo, ensinar a sua matéria, pesquisar, corrigir provas, ser  terapeutas e até, pasmem, sofrer agressões. O deputado só trabalha de terça a quinta –feira, tem assessores, verba de gabinete, auxilio paletó, passagens aérea e, pasmem, Foro, privilegiado.

Ah, isso é mi, mi, mi? Vocês preferem o debate político. Até onde eu sei o “outro lado” foge do debate.  Mas tudo bem que seja, vamos então ao debate.

– “O meu candidato, o Professor é do PT que quer botar o vermelho na nossa bandeira, tá na Lava-jato e Lula tá preso, tanto que Ciro e Marina, candidatos a presidente, no primeiro turno só deram apoio crítico ao Professor”.

Poderia começar dizendo que isso sim é que é mi, mi, mi, mas vocês insistem que papo é sério e querem o debate. Pois bem: Essa historia de botar o vermelho na bandeira do Brasil, é do tempo da carochinha, ou melhor, nasceu com Getúlio Vargas em 1937, no chamado Plano Cohen. O plano foi na verdade, como ficou provado, uma mentira que serviu de pretexto para Getúlio Vargas implantar a ditadura do Estado Novo. Claro, Fernando Collor também usou. Só serve, na verdade para desviar da questão central: Como iremos tirar o Brasil da crise sem cortar os direitos dos trabalhadores e ou confiscar suas poupanças?

Sobre o fato do Professor, de fato, ser filiado ao  PT, partido  que cometeu erros.   Que tem políticos acusados de cometer corrupção e até presos.  Concordo com vocês, o Professor é mesmo do PT, mas isso não faz dele um criminoso. Imagine que numa Escola um gestor cometa o crime de desviar a merenda escolar, isso faz dos outros professores criminosos?

De outro modo, quanto aos crimes de que são acusados alguns, cabe a justiça processar, julgar e punir quem for culpado. Ressaltando que a Justiça deve ser imparcial. Não esqueçam  por favor , que um senador do outro lado, acusado pelos mesmos crimes não foi se quer foi julgado. Na verdade foi eleito deputado por Minas Gerais. Logo é mais fácil ser deputado que professor.

 

Finalmente,  quanto ao voto crítico de Ciro Gomes e Marina da Silva no segundo turno das eleições para presidente da República, digo que a posição deles tem todo o meu respeito. Gosto da Marina, mas nunca votei nela. Quanto a Ciro, votei nele e, também não vou cometer a indelicadeza de dizer que ele tá “magoadinho”, pois  a turma do “Capitão” poderia pensar coisas. Repito, respeito a posição dos dois mas voto em Haddad, o professor. Ele, como todo professor,  também fala pra caracas. Mas, prefiro votar em quem não tem vida facil.

Da Redação

Agora é 13

HADDAD PRESIDENTE