Boi gigante escapa de abate por causa do tamanho, na Austrália

quinta-feira, 29 novembro, 2018

O boi “gigante” Knickers cativou a população australiana e se livrou do abate pelo seu tamanho avantajado. De acordo com sites australianos, o animal tem 1,94 metro de altura e pesa 1,4 tonelada; um boi adulto médio pesa cerca de 800 quilos e tem 1,30 metro.

O dono do animal, Geoff Pearson, tentou vendê-lo em leilão em outubro deste ano, mas o Knickers não recebeu lance porque os eventuais interessados argumentaram que o boi gigante não caberia nas máquinas de processamento de carne. Os abatedouros não têm estrutura para processar a carne do bovino.

Depois de se livrar das máquinas que iriam triturar sua carne, Knickers virou notícia na imprensa da Austrália e do mundo e ganhou a simpatia de milhares de pessoas. Como recompensa, ele vai ganhar uma vida onde terá todo o tempo para pastar e dormir, segundo informou o proprietário do animal ao site BBC.

Os pecuaristas estudam os motivos que levaram o boi a crescer tanto. Com a corpulência, Knickers acabou se tornando o líder de um rebanho de cerca de 20 mil cabeças de gado.

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I Semana da Consciência Negra do Instituto Anisio Teixeira começa com importantes personalidades

quarta-feira, 28 novembro, 2018

Começou nesta segunda-feira (26) a Primeira Semana IAT de Consciência Negra 2018, que acontece até sexta (30) no auditório principal do Instituto Anísio Teixeira. O evento conta com uma vasta programação, que envolve discussões sobre as questões étnico-raciais e os caminhos da educação na busca por uma sociedade mais justa.

A mesa da cerimônia de abertura foi composta pelo diretor geral do IAT, Matheus Barreto Gomes, o presidente do Ilê Aye, Antônio Carlos Vovô, o Desembargador Lidivaldo Brito, o Consul Honorário da Guiné Bissau, Adailton Maturino dos Santos, o Ministro Conselheiro da Guiné Bissau, Rui Barai, a Professora e Pró-reitora da Uneb Adriana Mármore, a Professora Regina Célia, da Associação Protetora dos Desvalidos, além do diretor geral da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo.

Durante a abertura, aconteceu ainda uma rápida apresentação da Banda Didá. Em seguida, foi formada a primeira mesa redonda sobre O legado do professor Edivaldo Machado Boaventura para implementação das relações étnico raciais na educação básica na Bahia.

Convidada para discorrer sobre o tema, a professora e Pró-Reitora da Uneb, Lídia Boaventura, destacou a atuação do seu pai nas criações das universidades estaduais da Bahia (Uneb, Uefs, Uesb e Uesc), e lembrou também a busca incansável do Professor Edivaldo para preservar a identidade dos povos e dos lugares.

Durante a tarde a programação continuou com mesa redonda “Experiências Exitosas nas Escolas e a lei nº 10639/200. O evento é aberto ao público e acontece até a próxima sexta-feira, dia 30 de novembro. (Fonte: Ascom /IAT).

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Machado em dose dupla (V)

sábado, 24 novembro, 2018

Pai Contra Mãe


RESUMO

O conto tem início com uma explanação do autor a respeito de algumas atividades e produtos relacionados ao período da escravidão no Brasil, particularmente a repressão aos negros fujões: a máscara de ferro, que impedia a alimentação, era utilizada para afastar o vício da cachaça, que geralmente conduzia ao roubo; a coleira de ferro, castigo aplicado a escravos recapturados; para a produção de tais artefatos, recorria-se a funileiros e ferreiros, atividade então próspera. Outro ofício era o de caçador de escravos fugidos, ao qual se dedicavam aqueles que não encontravam sucesso em outra profissão.

É o caso do protagonista, Cândido Neves. Depois de tentar, sucessivamente, os ofícios de tipógrafo, comerciante e entalhador, tornou-se caçador de escravos. A paixão pela moça Clara trouxe o desejo de constituir família e a ansiedade por uma ocupação mais estável e nobre. Clara vivia com uma tia, Mônica, a quem auxiliava na profissão de costureira, e que era contrária à união, pela falta de recursos do casal. Quando Cândido e Clara decidiram ter um filho, ela externou seu temor quanto aos problemas que a existência de mais uma boca para alimentar traria para a casa. Cândido e Clara, no entanto, insistiram.

Os escravos fugidos já conheciam a fama da eficiência de Cândido; além disso, havia mais caçadores na praça, razões suficientes para diminuírem os vencimentos do rapaz. A gravidez de Clara avançava e Mônica sugeriu que eles entregassem a criança à Roda dos Enjeitados, local existente em instituições de caridade e que recebia filhos indesejados. O casal se pôs prontamente contrário a essa decisão.

No entanto, as dificuldades, que já eram muitas, aumentaram com a pressão exercida pelo proprietário da casa onde residiam, que exigia receber em poucos dias o aluguel atrasado de três meses. Para remediar a situação, Mônica conseguiu alguns cômodos, de favor, na parte baixa da casa de uma conhecida. E conseguiu, por fim, convencer o jovem casal a aceitar a ideia de se desfazer do filho.

A criança nasceu. Era um menino, e, com muita relutância, Cândido se dirigiu ao local onde ficava a Roda dos enjeitados. No caminho, deparou-se com Arminda, uma mulata que ele procurava há tempos, a devolução lhe traria a recompensa de cem mil-réis, dinheiro suficiente para suprir-lhe todas as necessidades. Apressadamente, deixou a criança em uma farmácia cujo proprietário conhecera na véspera e partiu na perseguição da escrava.

Alcançou-a e a amarrou, levando-a consigo. A escrava revelou que estava grávida e que temia os castigos corporais a que seria submetida. Surdo a esses apelos, Cândido a entregou ao dono. No transe da luta para livrar-se, a mulher acabou abortando. Cândido recebeu o dinheiro da recompensa, apanhou o filho com o farmacêutico e voltou para casa com o menino.

“nem todas as crianças vinga”.

autor: Machado de Assis

movimento: Realismo

Por Fernando Marcílio

Mestre em Teoria Literária pela Unicamp

 

 

Uma Criatura

Sei de uma criatura antiga e formidável,
Que a si mesma devora os membros e as entranhas,
Com a sofreguidão da fome insaciável.
Habita juntamente os vales e as montanhas;
E no mar, que se rasga, à maneira do abismo,
Espreguiça-se toda em convulsões estranhas.
Traz impresso na fronte o obscuro despotismo;
Cada olhar que despede, acerbo e mavioso,
Parece uma expansão de amor e egoísmo.
Friamente contempla o desespero e o gozo,
Gosta do colibri, como gosta do verme,
E cinge ao coração o belo e o monstruoso.
Para ela o chacal é, como a rola, inerme;
E caminha na terra imperturbável, como
Pelo vasto arealum vasto paquiderme.
Na árvore que rebenta o seu primeiro gomo
Vem a folha, que lento e lento se desdobra,
Depois a flor, depois o suspirado pomo.
Pois essa criatura está em toda a obra:
Cresta o seio da flor e corrompe-lhe o fruto,
E é nesse destruir que as suas forças dobra.
Ama de igual amor o poluto e o impoluto;
Começa e recomeça uma perpétua lida;
E sorrindo obedece ao divino estatuto.
Tu dirás que é a morte; eu direi que é a vida.

Machado de Assis

Leia mais: http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros/pai-contra-mae.html


Mensagem para o Dia do Músico

sexta-feira, 23 novembro, 2018

Sem música, provavelmente, a raça humana já teria sido extinta há muito tempo! A música traz amor, harmonia e alegria para o mundo! E você é parte essencial deste ciclo. Obrigado por salvar o planeta!

Você que cria trilhas sonoras para a vida, parabéns pelo seu talento! Feliz Dia do Músico!

Como pode tanto talento, criatividade e sensibilidade existir dentro de uma só pessoa… Mas existe! Você é uma inspiração! Parabéns e Feliz Dia do Músico!

Além de todo o sucesso do mundo que você merece, neste dia eu também desejo que o seu talento seja cada vez mais reconhecido. Parabéns!

Origem do Dia do Músico (Dia de Santa Cecília)

Música

O Dia do Músico é celebrado em 22 de novembro em homenagem à figura de Santa Cecília, considerada a padroeira dos músicos, de acordo com a tradição Católica.

Santa Cecília nasceu em Roma em meados do século III. A jovem costumava participar das missas do Papa Urbano I e era uma cristã bastante devota. No entanto, um dia, sem saber, foi prometida por seu pai para se casar com Valeriano, um homem pagão.

Diz a lenda que, na noite de núpcias, Cecília recusou-se a perder a virgindade e cantou para o esposo a beleza de manter a castidade.

O canto de Cecília convenceu Valeriano a manter a esposa virgem. Na verdade, o marido se emocionou tanto que decidiu se converter ao cristianismo e sair da vida pagã. Em seguida, o irmão de Valeriano, Tibúrcio se converteu ao cristianismo e ambos foram condenados à morte.

Mais tarde, Cecília se enfrentaria aos funcionários da corte romana e seria torturada a fim de renunciar sua fé. No entanto, qual mais lhe submetiam aos sofrimentos, mais ela se mostrava mais disposta e cantava a Deus.

Ao fim de alguns dias foi decapitada. Sua festa se comemora desde o século V, mas somente em 1594, ela foi nomeada padroeira da música pelo papa Gregório XIII.

A Mitologia Grega e a Música

De acordo com a lenda grega, os deuses pediram para que Zeus criasse divindades que pudessem cantar em celebração às vitórias contra os Titãs.

Zeus, atendendo aos pedidos, passou 9 noites de amor com Mnemosia, a deusa da memória, e desta união nasceram 9 entidades, que foram chamadas “Musas”. Aliás, a origem da palavra música vem daí.

Entre as suas novas criações, estava Euterpe, a musa da música, que formou par com Apolo, deus do Sol e da música, para louvar as vitórias dos outros deuses.

Euterpe, geralmente, é representada com uma coroa de flores à cabeça e uma flauta entre as mãos.

Fonte: https://www.calendarr.com/brasil/dia-do-musico/


Eleito presidente da OAB-BA, Fabrício diz que vai fazer gestão como a de Luiz Viana

quarta-feira, 21 novembro, 2018

por Cláudia Cardozo / Guilherme Ferreira

Eleito presidente da OAB-BA, Fabrício diz que vai fazer gestão como a de Luiz Viana

Foto: Jefferson Peixoto / Ag Haack / Bahia Notícias

Em pronunciamento feito após ganhar a eleição para presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção do Estado da Bahia (OAB-BA), Fabrício Castro afirmou que sua gestão será como a de seu antecessor. Durante a comemoração pela sua vitória, realizada em um hotel na Barra, ele afirmou que seus eleitores não vão se surpreender com sua administração.

 

“Vocês não terão surpresa comigo. A nossa gestão vai ser como foi a gestão de Luiz. A gestão que tem capacidade de diálogo, mas que tem a coragem de fazer os enfrentamentos necessários. Não deixaremos de fazer nenhum enfrentamento”, declarou Fábricio, que derrotou Gamil Föppel na eleição realizada nesta quarta-feira (21).

 

Fabrício destacou ainda que a sua vitória representa “o reconhecimento pelo trabalho dessa diretoria”, em referência à administração de Viana. Ele ressaltou também que fez uma campanha ética e falou que durante sua gestão vai se dedicar para dar voz às mulheres e aos jovens, em especial. “Não seria justo o Avança OAB não sair dessa eleição com a vitória e com uma vitória consistente como foi hoje”, afirmou Fabrício.

Viana começa articulação para vice-presidente da OAB e pede mais espaço para OAB-BA

Foto: Jefferson Peixoto/ Agência Haack / Bahia Notícias

Eleito conselheiro federal pela chapa do seu sucesso Fabrício Castro nas eleições da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) deste ano, o atual presidente Luiz Viana comentou a sua articulação para o pleito nacional da ordem nesta quarta-feira (21). 

 

“A eleição para o conselho nacional é em fevereiro e vou pleitear, humildemente aos conselheiros e presidentes do Nordeste, para que a Bahia possa ter um assento na diretoria do próximo ano”, comentou Viana. 

 

Em fevereiro, a ordem escolherá os seus novos representantes federais e Viana é um dos cotados para ocupar o lugar de candidato a vice-presidente na chapa de Felipe Santa Cruz, eleito nesta tarde também presidente da OAB-RJ. A chapa nacional com Santa Cruz e Viana será apoiada pelo presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia (saiba mais aqui). 

 

Para Viana, uma cadeira na mesa nacional pode dar mais espaço para as prerrogativas de advogados baianos. “Pleitear por espaço no cenário nacional significa aumentar a voz da OAB da Bahia nos enfrentamentos que ainda iremos enfrentar. com a crise do judiciário baiano”, comentou. 

 

Além de se eleger conselheiro nacional nesta quarta, Viana também ajudou o sucessor, Fabrício Castro, a dar continuidade ao seu trabalho como presidente da seção bahia. “Fabrício será o melhor presidente que a OAB da Bahia já teve. Eu espero que ele consiga avançar muito mais do que a gente fez, e tem todas as condições para isso”, completou Viana (leia mais aqui).

Fonte: http://www.bahianoticias.com.br


Crônica de Machado de Assis em dose dupla( IV)

sábado, 17 novembro, 2018

 E m “O futuro da Argentina” Machado revela a sua convicção liberal de defesa do Estado de Direito e de governos constitucionais. Celebra o fato de um governo eleito pelo povo, da aptidão dos argentinos pela liberda, das contradições e o preço que se paga para ser uma democracia e unir todos em torno do bem comum.

Em “Titia” o traço psicanalítico de machado se apresenta em forma de carta, onde duas personagens tia e sobrinha , solidão e desamparo, dialogam.

O futuro dos argentinos

Quando hoje contemplo o rápido progresso da nação argentina, recordo-me sempre da primeira e única vez que vi o Dr. Sarmiento, presidente que sucedeu ao General Mitre no governo da República.

Foi em 1868. Estávamos alguns amigos no Club Fluminense, Praça da Constituição, casa onde é hoje a Secretaria do Império. Eram nove horas da noite. Vimos entrar na sala do chá um homem que ali se hospedara na véspera. Não era moço; olhos grandes e inteligentes, barba raspada, um tanto cheio. Demorou-se pouco tempo; de quando em quando, olhava para nós, que o examinávamos também, sem saber quem era. Era justamente o Dr. Sarmiento, vinha dos Estados Unidos, onde representava a Confederação Argentina, e donde saíra porque acabava de ser eleito presidente da República. Tinha estado com o Imperador, e vinha de uma sessão científica. Dois ou três dias depois, seguiu para Buenos Aires.

A impressão que nos deixara esse homem foi, em verdade, profunda. Naquela visão rápida do presidente eleito pode-se dizer que nos aparecia o futuro da nação argentina.

Com efeito, uma nação abafada pelo despotismo, sangrada pelas revoluções, na qual o poder não decorria mais que da força vencedora e da vontade pessoal, apresentava este espetáculo interessante: um general patriota, que alguns anos antes, após uma revolução e uma batalha decisiva, fora elevado ao poder e fundara a liberdade constitucional, ia entregar tranqüilamente as rédeas do Estado, não a outro general triunfante, depois de nova revolução, mas a um simples legista, ausente da pátria, eleito livremente por seus concidadãos. Era evidente que esse povo, apesar da escola em que aprendera, tinha a aptidão da liberdade; era claro também, que os seus homens públicos, em meio das competências que os separavam, e porventura ainda os separam, sabiam unir-se para um fim comum e superior.

Sarmiento chegou a Buenos Aires; o General Mitre entregou-lhe o poder, tal qual o constituíra e preservara da violência e do desânimo. Então os amigos deste claro e subido espírito lembraram-se (se a minha reminiscência é exata) de lhe dar uma prova de afeto e admiração, um como prêmio da sua lealdade política, e criaram-lhe um jornal, essa mesma Nación, que é hoje uma das primeiras folhas da América do Sul. Fato não menos expressivo que o outro.

Vinte anos depois, a nação argentina chegou ao ponto em que se acha, próspera, rica, pacífica, naturalmente ambiciosa de progresso e esplendor. Esqueceu a opressão, desaprendeu a caudilhagem; conhece os benefícios da liberdade e da ordem. Vinte anos apenas; digamos vinte e oito, porque a campanha de Mitre foi o primeiro passo dessa marcha vitoriosa.

Agora, no dia em que os argentinos celebram a sua festa constitucional, lembro-me daqueles tempos, e comparo-os com estes, quando, em vez de soldados que os vão auxiliar a derrocar uma tirania odiosa, mandamos-lhe uma simples comissão de jornalistas, uma embaixada da opinião à opinião; tão confiados somos de que não há já entre nós melhor campo de combate. Oxalá caminhem sempre o Império e a República, de mãos dadas, prósperos e amigos.

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Buenos Aires: foto Google

 

Titia,

Gastei todo o dia a pensar na sua carta, sem saber se obedecesse ou não; mas, enfim, resolvi obedecer, não só porque a senhora é boa e gosta de mim, como porque preciso de desabafar.

É verdade, titia, padeço muito, muito; não imagina. Meu marido é um friarrão, não me ama, parece até que lhe causo aborrecimento.

Nos primeiros oito dias ainda as cousas foram bem: era a novidade do casamento. Mas logo depois comecei a sentir que ele não correspondia ao meu sonho de marido. Não era um homem terno, dedicado, firme, vivendo de mim e para mim. Ao contrário, parece outro, inteiramente outro, caprichoso, intolerante, gelado, pirracento, e não ficarei admirada se me disserem que ele ama a outra. Tudo é possível, por minha desgraça…

É isto que queria ouvir? Pois aí tem. Digo-lhe em segredo; não conte a ninguém, e creia na sua desgraçada sobrinha do coração.

Marcelina

Fonte: http://contobrasileiro.com.br/o-futuro-dos-argentinos-cronica-de-machado-de-assis/

 


Bahia: IAT comemora 35 anos com homenagens a Edivaldo Boaventura e aos ex-diretores

sexta-feira, 16 novembro, 2018
EDUCAÇÃO

A solenidade de abertura contou uma homenagem póstuma ao ex-secretário da Educação e Cultura do Estado da Bahia, Professor Edivaldo Boaventura, que foi o idealizador do órgão. Além de um vídeo com depoimentos do professor, o diretor Matheus Barreto Gomes entregou uma placa a Lídia Pimenta Boaventura, filha do homenageado.

Emocionada, a professora Lídia Pimenta agradeceu a homenagem, reconhecendo as contribuições que o seu pai deixou para o Estado, notadamente nas áreas de educação e cultura. “É com muito orgulho que participo deste momento, em reconhecimento ao legado deixado por meu pai. Ele sempre se preocupou com essas questões, e muitas delas eu pude acompanhar de perto. Ao longo dos anos eu fui vendo a dedicação dele a esses trabalhos, por isso entendo ser justa essa homenagem, e agraço de coração em nome de meu irmão e minha mãe, que não pode estar presente devido à sua emoção, já que foi muito recente (a morte do professor Edivaldo Boaventura).

Homenagens

Além do ex-secretário Edivaldo Boaventura, os nove ex-diretores do IAT também foram homenageados em reconhecimento aos serviços prestados como gestores do órgão: Hildérico Pinheiro de Oliveira, Maria José Oliveira Palmeira, Silvia Ganem Assmar, Iara Vira Lima Soares, Penildon Silva Filho, Irene Mauricio Cazorla, Nildon Carlos Pitombo, Severiano Alves de Souza e Desiderio Bispo de Melo.

Mesa Redonda

À tarde aconteceram duas mesas redondas com importantes temáticas. A primeira, “As contribuições do Instituto Anísio Teixeira para a Educação no Estado da Bahia”, com o Dr. Alfredo Eurico Rodrigues Matta (Uneb), Marcelo Farias Pinheiro (SEC) e mediação da professora Ana Cristina Rangel (IAT).

Outra concorrida mesa redonda foi “Anísio Teixeira: vida, obra e contribuições para a educação contemporânea, com os professores João Augusto de Lima Rocha (Ufba), Iracy Silva Picanço (Ufba) e Maridaura Leda de Almeida Vita (SEC), com mediação do jornalista Edson Rodrigues (IAT).

Na tarde desta segunda-feira aconteceram ainda diversas outras atividades, como as apresentações orais dos classificados no ‘Prêmio IAT de Redação’, ‘Socialização de Práticas Inovadoras’, além de vários workshops e oficinas.

Com informações e fotos da Ascom /IAT

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