Prefeitura de Jaguarari divulga programação do São João 2019

terça-feira, 11 junho, 2019

A Prefeitura de Jaguarari, através da Assessoria de Comunicação divulgou nesta segunda-feira (10), a programação oficial do São João 2019 “Arraiá de Todos”. Os shows iniciam no dia 21 e seguem até dia 24 em uma celebração que mistura tradição cultural e entretenimento em homenagem ao padroeiro do município São João Batista.

Os shows iniciam no dia 21 e seguem até dia 24 em uma celebração com tradição cultural

Com o tema “Coisas do Nosso Sertão”, esse ano a festa ficará marcada na história do município pela escolha de artistas que irão embalar quem gosta de dançar um forró arrochado. A programação dos festejos Juninos em Jaguarari será iniciada com a tradicional alvorada. A cultura do São João estará presente em todos os dias com comidas e bebidas típicas, com o Forró na Feira, forró nos bairros, concursos de quadrilhas, desfile de carroças e desfile de blocos, além de brincadeiras como: pau de sebo, quebra pote, entre outras.

“Os festejos juninos são ligados a identidade do povo nordestino e em Jaguarari mais ainda por se tratar do nosso padroeiro, por isso a Prefeitura de Jaguarari estará realizando este trabalho de valorização da nossa cultura em nossas festas. Teremos uma linda festa, onde todos poderão participar e se divertir com alegria, conforto e segurança”, disse o Prefeito Everton Rocha.

As principais atrações da programação do “Arraiá de Todos” já haviam sido anunciadas deixando muita gente feliz.

Programação oficial do São João2019 “Arraiá de Todos”

Dia 21/06

Mastruz com leite

Edson Lima e Gatinha Manhosa

Felippe Aladin

Dia 22/06

Flávio Leandro

Batista Lima

Rode Torres

Dia 23/06

Moleca 100 Vergonha

Paixão de Vaqueiro

Wanderlei do Nordeste

Dia 24/06

João Neto e Frederico

Desejo de Menina

Flor de Laranjeira

ASCOM – Prefeitura de Jaguarari

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Oposição promete obstrução e pede saída de Moro após vazamento de supostas conversas

terça-feira, 11 junho, 2019
Macaque in the trees

A oposição avalia os próximos passos após o vazamento de supostas conversas que sugerem colaboração entre o então juiz Sergio Moro –hoje ministro da Justiça– e os procuradores da operação Lava Jato, mas já promete obstrução às votações na Câmara dos Deputados e pede a saída de Moro do ministério.

Integrantes da oposição aguardam a divulgação de novidades sobre o assunto, mas já estudam a possibilidade de apresentar um pedido para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), além de pedidos de convocação dos envolvidos.

Macaque in the trees
Plenário da Câmara (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

Mas para efetivarem as medidas em estudo precisam, invariavelmente, de apoio e de votos do chamado centrão. Por isso mesmo, lideranças da oposição devem se reunir ainda nesta segunda-feira com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

“Cabe ao Parlamento brasileiro entrar nas investigações”, afirmou a líder da minoria na Câmara, Jandira Feghali (PCdoB-RJ), ao classificar como “criminosas” as condutas de Moro e do coordenador da força-tarefa da operação Lava Jato no Ministério Público Federal em Curitiba, Deltan Dallagnol.

O site Intercept Brasil publicou no domingo uma série de reportagens com base no que diz serem arquivos recebidos de uma fonte anônima mostrando suposta colaboração entre Moro e Dallagnol.

“Vamos obstruir todas as pautas. Não vamos votar mais nada. Não vamos permitir a apresentação do relatório da Previdência”, disse a deputada.

Jandira e outros líderes da oposição argumentaram que Moro e Dallagnol deveriam ser afastados dos cargos que ocupam e que seus celulares funcionais devem ser recolhidos para que não haja prejuízo às investigações sobre o caso.

O líder do PT na Casa, Paulo Pimenta (RS), defendeu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) instaurem procedimentos disciplinares administrativos para verificar as condutas dos envolvidos, já que trata-se de um “escândalo de proporções ainda desconhecidas”.

“Queremos a renúncia do juiz Sergio Moro, o afastamento do juiz Sergio Moro”, afirmou Pimenta, acrescentando que o assunto não se restringe a uma demanda da esquerda e “transcende” a natureza partidária.

O líder do PSOL, Ivan Valente (SP), afirmou que, segundo as conversas divulgadas, Moro extrapolou suas atribuições de juiz.

“Juiz não investiga. E tão claramente ele prejudicou as investigações que foram feitas na Lava Jato”, pontuou. “Ele atuou como um agente político-partidário, combinado com o procurador Deltan Dallagnol e articulado com a Polícia Federal.”

Integrantes do grupo de oposição afirmaram que os contatos com o chamado centrão já estão ocorrendo, mas admitem que um posicionamento do grupo político não deve ocorrer de imediato.

Segundo um deles, o apoio do centrão está condicionado a um timing político específico, que envolve a análise de um caso jurídico envolvendo nomes do PP na terça-feira em uma das turmas do Supremo Tribunal Federal (STF).

Também deve pesar na avaliação do grupo político o impacto do vazamento no governo ao longo da semana, já que há expectativa de novas publicações sobre o tema.

(Edição de Eduardo Simões)