ELEIÇÕES 2020: “Precisamos ter um candidato na Câmara”, afirma Carlos Muniz em apoio a Geraldo Junior

terça-feira, 2 julho, 2019
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02 de Julho de 2019 às 09:28  Por: BNews  Por: Pedro Vilas Boas e Caroline Gois  

O vereador Carlos Muniz (PL) marcou presença no desfile do 2 de Julho, nesta terça-feira e afirmou que, além de prestigiar a festa, “estou prestigiando Geraldo Junior”. “Entendo que nós precisamos ter um candidato a prefeito na Câmara de Salvador. O nome hoje para mim é Geraldo Junior. Quero que saía um nome da Câmara de Salvador porque é importante não só para os vereadores, mas também para o povo. Porque quem conhece mais os problemas de Salvador são os vereadores”, afirmou.

Segundo Muniz, o Executivo precisa ser independente e mais social para Salvador.

O presidente da Câmara Municipal de Salvador, vereador Geraldo Júnior (SD) chegou ao cortejo do 2 de Julho, nesta terça-feira, com um bloco de 22 vereadores vestindo camisa verde. Intitulado como “unidos pela renovação”, o presidente da Casa mandou um recado: estaremos juntos mesmo que as forças ocultas não permitam. Além dos vereadores, os presidentes dos partidos MDB, Alexsandro Freitas, e do PSC, Heber Santana, acompanham a comitiva.

Fonte: Bnews


França não assinará acordo com o Mercosul a qualquer preço, dizem ministros

terça-feira, 2 julho, 2019

Jornal do Brasil

A França não vai assinar o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul a qualquer custo e ainda não se sabe se o país dará apoio à proposta, disseram ministros franceses nesta terça-feira.

A UE e o Mercosul fizeram um acordo de livre comércio na sexta-feira, concluindo duas décadas de negociações entre os blocos.

Macaque in the trees
Ministro francês da Agricultura, Didier Guillaume (Foto: REUTERS/Charles Platiau)

A França, a maior potência agrícola da UE, tem expressado preocupação com o risco de um aumento nas exportações agrícolas sul-americanas para a Europa.

“Não teremos um acordo a qualquer preço. A história ainda não terminou”, disse o ministro da Agricultura, Didier Guillaume, a parlamentares.

“Vamos esperar para ver exatamente o que está neste texto, mas gostaria de dizer que todo o governo e eu estaremos vigilantes. Não serei o ministro que sacrifica a agricultura francesa no altar de um acordo internacional.”

O ministro das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, fez o mesmo, dizendo que, embora o projeto de acordo comercial ofereça oportunidades para os exportadores europeus, ainda não se sabe se atende às exigências da França.

“Os limites que traçamos para o acordo são claros”, disse o ministro ao Parlamento, acrescentando que “ainda é preciso ver” se Paris dará apoio ao acordo.

Os grupos de agricultores franceses são fortemente contra o que eles consideram padrões mais baixos dos países do Mercosul, e Guillaume disse que um acordo teria que mostrar a rastreabilidade adequada e boas práticas de pecuária no setor de carne bovina.

O principal sindicato de agricultores da França, a FNSEA, disse na terça-feira que pediu uma reunião com a Macron e também está planejando protestos sobre o acordo entre UE e Mercosul.

(Por John Irish)