‘Nós temos diálogo’, diz comandante geral da PM-BA após assembleia

Categoria se reuniu ontem e estendeu negociação com o governo

['Nós temos diálogo', diz comandante geral da PM-BA após assembleia]
Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Juliana Almirante no dia 12 de Setembro de 2019 ⋅ 09:08

O comandante geral da Polícia Militar, Anselmo Brandão, afirmou hoje (12), em entrevista à Rádio Metrópole, que está aberto ao diálogo da categoria, diante da assembleia realizada ontem (11)  pela Associação dos Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra).

“Nós temos diálogo. Tem um comandante que é aberto à conversa. Todas as demandas que foram colocadas estamos atendendo”, disse o comandante geral.

Ele destaca que a PM baiana foi a primeira a abrir um posto de atendimento personalizado no Brasil, dentro do SAC. Assim, estaria resolvendo demandas solicitadas pela categoria, que incluem melhorias no Planserv e no novo sistema de Recursos Humanos (RH).

“Fazemos isso porque somos grandes e a forma de atendimento é online. Dificultava não ter um local de acesso. Então isso é uma prova de que estamos, a todo momento, resolvendo questões e problemas. Problema do Planserv, problemas do RH, já que o sistema foi migrado e precisa de ajuste. Ou seja, aos poucos, não podemos fazer tudo de uma hora para a outra. E outras demandas que estão sendo colocadas nós já cumprimos”, afirmou Brandão.

O comandante geral considera, no entanto, que questões relativas ao Estatuto da corporação dependem ainda da definição da reforma da Previdência nacional, que ainda tramita no Senado.

“Mas muitas coisas dependem também da reforma da Previdência. Falam do Estatuto e não fizemos nada do Estatuto por causa da reforma. Vamos fazer reforma pela reforma? São coisas que não fazem sentido”, justificou.

Brandão afirma que escuta todas as associações, no entanto, evita o conflito com pessoas que estariam fazendo ameaças contra ele

“A tropa agora sabe que tem comandante, que tem pessoa que escuta todo mundo. Eu escuto associações e recepciono todo mundo. Agora infelizmente não posso entrar no mérito de receber pessoas que depois ficam fazendo propaganda contrária a gente. Eu fui até ameaçado de prisão há um tempo. Não existe isso. Foi pedir ao Ministério público para prender o comandante. Não vou citar o nome porque não quero enaltecer. Como vou receber pessoa desse jeito? Todo tempo me atacando?”, questionou.

Metro 1

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