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terça-feira, 11 janeiro, 2011

 


Papa Francisco garante: ‘Futebol é o esporte mais belo do mundo’

sábado, 25 maio, 2019

O papa Francisco é torcedor do San Lorenzo da Argentina (Domenico Stinellis/AP)

“Muitos definem o futebol como esporte mais belo do mundo. Eu penso do mesmo jeito, mas é uma opinião pessoal. Mas, por favor, protejam o amadorismo. Que a beleza do futebol não termine no ‘Dou para que dês’ dos negócios financeiros. Não se esqueçam de onde vocês começaram, aquele campo na periferia, aquele pequeno clube… Desejo que vocês sintam sempre gratidão pela sua história, feita de sacrifícios, vitórias e derrotas”, disse.

A audiência contou com a presença de cerca de 6.000 pessoas, entre técnicos, dirigentes, jovens e pais de aspirantes a jogadores, além de estrelas do mundo do futebol, como o atacante camaronês Samuel Eto’o, o técnico da Itália, Roberto Mancini, e o vice-presidente da Inter de Milão, Javier Zanetti. (Com Agência Ansa),

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Avaliação negativa do governo Bolsonaro sobe a 36% e positiva oscila para 34%, diz XP Ipespe

sexta-feira, 24 maio, 2019
Pesquisa também aponta piora na expectativa da população para o restante do mandato do atual presidente
Jornal do Brasil

A avaliação negativa do governo do presidente Jair Bolsonaro subiu 5 pontos e atingiu 36%, ficando pela primeira vez numericamente à frente da avaliação positiva, que oscilou 1 ponto para baixo e atingiu 34%, apontou pesquisa XP/Ipespe nesta sexta-feira.

Segundo a pesquisa, a avaliação negativa do governo de Bolsonaro cresce desde fevereiro, quando estava em 17 por cento. Já a avaliação positiva tem recuado, em fevereiro era de 40 por cento.

De acordo com o levantamento, o segundo realizado dentro do mês de maio, o número de pessoas que consideram o governo regular caiu para 26% na terceira semana ante 31% na primeira semana, indicando uma migração desse grupo para o campo da avaliação negativa. Não responderam ou não sabiam avaliar 4% dos entrevistados, ante 3% no levantamento passado.

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Presidente da República, Jair Bolsonaro (Foto: Marcos Corrêa/PR)

A pesquisa também apontou uma piora na expectativa da população para o restante do mandato de Bolsonaro. Aqueles que esperam que o restante do governo seja ótimo ou bom caíram para 47% ante 51% na primeira semana de maio, enquanto o percentual dos que têm expectativa de que o restante do mandato será ruim ou péssimo subiu para 31% ante 27%.

Manteve-se estável em 17% o número daqueles que esperam que o restante do governo seja regular, e também permaneceu em 5% o percentual dos que disseram não saber ou que não responderam sobre a expectativa para o restante do mandato.

A margem de erro do levantamento é de 3,2 pontos percentuais. Foram feitas 1.000 entrevistas telefônicas nos dias 20 a 21 de maio. A pesquisa foi realizada pela XP Investimentos em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe).

Pela primeira vez a pesquisa XP/Ipespe questionou os entrevistados sobre o andamento da agenda de Bolsonaro no Congresso, e apenas 4% avaliaram como satisfatório. Para 35%, a agenda tem prosseguido lentamente por culpa do governo e do Congresso, enquanto 30% creditaram o ritmo lento à atuação apenas do Congresso e 20% culparam só o governo pela lentidão.

Sobre as manifestações de 15 de março contra o congelamento de verbas para a educação, 57% disseram que os atos tiveram importância, enquanto 38% disseram que o movimento não teve relevância. Para 86% dos entrevistados, os protestos provavelmente vão voltar a ocorrer.


BAHIA: Professores protestam no CAB contra o corte de gratificações

quinta-feira, 23 maio, 2019

A imagem pode conter: 3 pessoas, multidão e atividades ao ar livre

Professres protestam na SEC pela volta da GDA. foto: prof. Desiderio

 

Dezenas de professores da Rede Estadual de Ensino se reuniram na manhã desta quinta-feira (23) para protestar contra o corte da gratificação de difícil acesso-GDA. Segundos os professores as GDA começaram a serem cortadas desde 2018 de professores que se afastavam da unidade para algum tipo de licença.  Ao retornarem  a unidade escolar não tinha a GDA reintegrada a sua remuneração,  o que fere a isonomia constitucional, segundo as mesmas fontes. Em 2019, já com novo secretario, A SEC cortou, sem aviso prévio e sem Portaria o GDA de escolas do subúrbio e de escolas de Cajazeiras, na periferia de Salvador.

A gratificação foi instituída nas escolas em 2005 e faz parte do Estatuto do Magistério, cabendo a SEC através de estudo técnico determinar, por meio de portaria as escolas consideradas de difícil acesso. O GDA é também uma forma de atrair professores para escolas distantes e com má reputação por está inserida em comunidades tidas como violentas devido a ausência de políticas públicas eficazes.

Uma comissão de professores conseguiu marcar uma reunião com a Superintendência de Ensino Básico da SEC, o que acontece nesse momento. A reunião conta com a presença do deputado Hilton Coelho (PSOL), e  busca uma saída administrativa e negociada para a solução da questão, a  devolução da GDA aos educadores.

Da Redação


Economia sofreu interrupção, mas BC vê retomada adiante, reitera Campos Neto

quarta-feira, 22 maio, 2019

Jornal do Brasil

RIO DE JANEIRO (Reuters) – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reiterou nesta quarta-feira que o processo de recuperação gradual da atividade econômica sofreu interrupção no período recente, mas que o cenário básico do BC contempla sua retomada adiante.

“Essa hipótese se sustenta, entre outros fatores, no crescimento da confiança empresarial, medida pela Fundação Getulio Vargas (FGV), na tendência gradual de recuperação do investimento, conforme indicam dados do IBGE, no patamar estimulativo da política monetária e na recuperação observada no mercado de crédito”, afirmou ele, em discurso no Seminário de Metas de Inflação do BC, no Rio de Janeiro.

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O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

Em sua fala, Campos Neto também reforçou que o balanço de riscos para a inflação do BC mostra-se simétrico apesar da piora recente na economia, e que a avaliação do comportamento da atividade pelo BC demanda tempo e não será concluída no curto prazo.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)


Chico Buarque vence o Prêmio Camões, maior prêmio de literatura da língua portuguesa

quarta-feira, 22 maio, 2019

 

 

 

 

 

Chico Buarque é o novo vencedor do Camões, principal troféu literário da língua portuguesa. O júri decidiu conceder a honraria ao escritor e compositor na tarde desta terça-feira (21), em reunião na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro.

O júri decidiu conceder a honraria ao escritor e compositor na tarde desta terça-feira (21)

O Camões elege todo ano um autor de qualquer país falante do português. A escolha é um reconhecimento da obra completa do autor, em vez de apenas a um livro específico. O último brasileiro a ser eleito havia sido Raduan Nassar, autor de “Lavoura Arcaica”, em 2016. No ano passado, o Camões foi para Germano de Almeida, escritor de Cabo Verde. Como é tradição, Chico vai receber € 100 mil (R$ 452 mil) pela escolha.

Além de compositor de vários dos maiores clássicos da da música brasileira, Chico também tem uma breve -mas premiada- obra literária. Seu último livro foi “O Irmão Alemão”, mas já publicou também “Budapeste” e “Leite Derramado”.

O Camões parece se espelhar no Nobel de literatura, que, em 2016, deu o prêmio a Bob Dylan. Como no caso do troféu sueco, não será inesperado se a notícia agora fustigar um debate sobre a canção pode ser tratada como gênero literário -e se honrarias do tipo estão corretas em premiar músicos.

Saiba quem foram todos os vencedores do Camões:

1989 – Miguel Torga, Portugal

1990 – João Cabral de Melo Neto, Brasil

1991 – José Craveirinha, Moçambique

1992 – Vergílio Ferreira, Portugal

1993 – Rachel de Queiroz, Brasil

1994 – Jorge Amado, Brasil

1995 – José Saramago, Portugal

1996 – Eduardo Lourenço, Portugal

1997 – Artur Carlos M. Pestana dos Santos, o Pepetela, Angola

1998 – Antonio Cândido de Melo e Sousa, Brasil

1999 – Sophia de Mello Breyner Andresen, Portugal

2000 – Autran Dourado, Brasil

2001 – Eugênio de Andrade, Portugal

2002 – Maria Velho da Costa, Portugal

2003 – Rubem Fonseca, Brasil

2004 – Agustina Bessa-Luís, Portugal

2005 – Lygia Fagundes Telles, Brasil

2006 – José Luandino Vieira, Angola

2007 – António Lobo Antunes, Portugal

2008 – João Ubaldo Ribeiro, Brasil

2009 – Armênio Vieira, Cabo Verde

2010 – Ferreira Gullar, Brasil

2011 – Manuel António Pina, Portugal

2012 – Dalton Trevisan, Brasil

2013 – Mia Couto, Moçambique

2014 – Alberto da Costa e Silva, Brasil

2015 – Hélia Correia, Portugal

2016 – Raduan Nassar, Brasil

2017 – Manuel Alegre, Portugal

2018 – Germano Almeida, Cabo Verde

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Desigualdade de renda no Brasil atinge maior patamar já registrado, diz FGV/IBRE

terça-feira, 21 maio, 2019

Pessoas que ganham menos sofreram mais os efeitos da crise e estão demorando mais para se recuperar

A desigualdade de renda dos brasileiros atingiu o maior patamar já registrado no primeiro trimestre de 2019. Segundo pesquisa do estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE), o índice que mede a desigualdade vem subindo consecutivamente desde 2015, e atingiu em março o maior patamar desde o começo da série histórica, em 2012.

O indicador estudado pela pesquisa é o índice de Gini, que monitora a desigualdade de renda em uma escala de 0 a 1 – sendo que, quanto mais próximo de 1, maior é a desigualdade. O do Brasil ficou em 0,627 em março.

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Pessoas em fila para vagas de emprego em São Paulo (Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)

A pesquisa também demonstra que as pessoas que ganham menos sofreram mais os efeitos da crise que os que possuem renda maior. Além disso, os mais pobres estão demorando mais para se recuperar na comparação com os mais ricos.

Os números que revelam isso são os da variação da renda média acumulada pelos 10% mais ricos da população e os 40% mais pobres.

*Antes da crise, os mais ricos tiveram aumento de 5% da renda acumulada; os mais pobres, de 10%

* Após a crise, a os mais ricos tiveram aumento de 3,3% da renda acumulada; os mais pobres, queda de mais de 20%

*Em 7 anos, a renda acumulada dos mais ricos aumentou 8,5%; a dos mais pobres caiu 14%

Em nota, o pesquisador da área de Economia Aplicada do FGV IBRE, Daniel Duque, explicou que os mais pobres sentem mais o impacto da crise pela própria dinâmica do mercado de trabalho em tempos de economia fraca. “Há menos empresas contratando e demandando trabalho, ao passo que há mais pessoas procurando. Essa dinâmica reforça a posição social relativa de cada um. Quem tem mais experiência e anos de escolaridade acaba se saindo melhor do que quem não tem”.


Mercado financeiro reduz projeção de crescimento pela 12ª vez

segunda-feira, 20 maio, 2019

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Previsões do boletim Focus (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

O mercado financeiro continua a reduzir a estimativa de crescimento da economia este ano. Pela 12ª vez seguida, caiu a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Desta vez, a estimativa foi reduzida de 1,45% para 1,24% este ano. Para 2020, a projeção foi mantida em 2,50%, assim como para 2021 e 2022.

Os números são do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em perspectivas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central (BC).

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 4,04% para 4,07 este ano. Para 2020, a previsão segue em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração: 3,75%.

A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,50% ao ano até o fim de 2019.

Para o fim de 2020, a projeção passou de 7,50% para 7,25% ao ano. Para o fim de 2020, a previsão foi mantida em 8% ao ano e em 2021, a expectativa caiu de 8% para 7,50% ao ano.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic este ano, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar subiu de R$ 3,75 para R$ 3,80 no fim de 2019 e permanece em R$ 3,80 no fim de 2020. Na última sexta-feira (17), o dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 4,102, com alta de R$ 0,065 (+1,62%), chegando ao maior valor desde 19 de setembro (R$ 4,124).